Fundo de terreno
Quintal e área nos fundos alcançados apenas por corredor lateral estreito.
QuandoCasa e sobrado em lote urbano
Aluguel de mini escavadeira: ela existe para chegar onde a grande não entra. Largura, altura e peso são a especificação inteira.
Mini escavadeira não é a escolha de quem quer economizar numa escavadeira grande. É a escolha de quem não tem como colocar a grande no lugar do serviço.
Toda a especificação gira em torno de três medidas do acesso, e não do serviço: a largura mínima por onde ela passa, a altura livre sob a qual ela opera, e o peso que o piso do trajeto e da frente aguenta.
É o peso que abre a aplicação mais própria dela: trabalhar sobre estrutura. Laje, calçada, piso acabado e pavimento antigo suportam uma máquina de poucas toneladas onde não suportariam uma de vinte.
E há um detalhe de projeto que decide muitos serviços: os modelos de giro zero ou reduzido, cuja traseira não ultrapassa a largura das esteiras ao girar. Em vala junto à divisa ou corredor lateral, é o que torna o serviço possível.
Cada situação abaixo tem em comum uma restrição física que elimina a máquina de porte. É onde a mini deixa de ser alternativa e passa a ser a única opção mecanizada.
Quintal e área nos fundos alcançados apenas por corredor lateral estreito.
QuandoCasa e sobrado em lote urbano
Escavação e remoção em pavimento sobre estrutura, onde o peso é o limite.
QuandoSubsolo, terraço e área técnica
Escavação rente ao muro, onde o giro da traseira definiria a distância possível.
QuandoInfraestrutura em lote estreito
Demolição de piso e escavação dentro de galpão ou prédio, com pé-direito limitado.
QuandoReforma e retrofit
Serviço em área acabada, onde o trânsito de máquina pesada danificaria mais do que o serviço resolve.
QuandoCondomínio e área implantada
Abertura de vala estreita para água, esgoto, energia e drenagem em área urbana consolidada.
QuandoPassagem de infraestrutura
Fora dessas situações, a máquina de porte costuma render mais por hora. A mini compensa quando o acesso, o piso ou a divisa eliminam a alternativa.
Entre a parede da casa e o muro do vizinho sobram centímetros de cada lado. É por esse vão que a máquina chega ao fundo do terreno, e é ele que decide qual máquina pode ser enviada.
Nenhum outro número da locação importa antes deste. Máquina que não passa não executa serviço nenhum, e a mobilização já foi paga quando isso é descoberto.

O pior cenário desta locação é a máquina chegar e não passar. Os quatro números abaixo são levantados pelo contratante com uma trena, e eliminam esse risco.
O ponto mais estreito de todo o caminho até a frente de serviço, e não só o do portão.
QuandoSempre, e medido no ponto crítico
Portão, marquise, laje, fiação e galho no trajeto e na área de operação.
QuandoAcesso coberto e passagem sob estrutura
Laje, calçada ou pavimento que a máquina vai atravessar ou sobre o qual vai operar.
QuandoTrabalho sobre estrutura
Escada, soleira e desnível no trajeto, que podem exigir rampa provisória.
QuandoAcesso por dentro do imóvel
Vale medir e informar os quatro na cotação. Máquina que chega e não entra gera mobilização paga sem serviço executado, e é o desperdício mais evitável da categoria.
A locação de mini escavadeira tem uma particularidade de custo que as máquinas maiores não têm, e ela costuma pesar mais que a diária. Estas são as cinco linhas do total.
A faixa de tonelagem define a diária, e também qual largura de passagem a máquina exige para chegar à frente de serviço.
O frete de chegada e de retorno é linha própria e não acompanha a duração. Em serviço curto, chega perto do valor de um dia de máquina.
Quando a prancha não encosta na frente de serviço, a máquina desce antes e percorre o trajeto por conta própria, o que consome tempo.
Horas incluídas no período e valor da hora que exceder, apuradas pelo horímetro.
Com operador, entram no preço o salário, os encargos e quem responde caso algo aconteça durante a operação.
Uma excelente demolidora contratei para executar um serviço foi entregue no prazo combinada nota 1000
Empresa de demolição muito confiável, serviço de ponta; Empresa tem PPRA e PCMSO, todos colaboradores tem NR35, e utilizam epi’s coisa difícil de se encontrar em demolidoras. Donos e encarregados prontos para te atender no que precisar, expertise no assunto, cuidado com vizinhos e pedestres, eles usam bastante tela de proteção e linha de vida. O preço muito bom. Atendeu expectativa, espero fazer outras demolições com GVI Demolidora. Ass: Engenheiro Thiago André.
Fiz a Compra das Ferragens para minha Laje e Muro de Arrimo. Simplesmente Fantásticos, Equipe muito Atenciosa. Materiais Excelentes e com um preço Justo. PARABÉNS A TODOS e Muito Obrigado pelo Atendimento.
Minha experiência foi nota 1000, fizeram uma excelente demolição, muito prestativos, organizados e voltaria a contratar com toda certeza!!!
A diária sai da faixa de tonelagem, e é apenas a primeira de cinco linhas. Vem depois o frete de ida e volta, que independe de quantos dias a máquina fica; o acesso, porque quando a prancha não encosta na frente de serviço a máquina percorre o trajeto por conta própria e isso consome hora; a franquia de horas incluída e o valor da hora excedente; e a modalidade, com ou sem operador. Em obra pequena a mobilização não se dilui, e é ela que faz o custo por metro cúbico ser maior que numa obra grande.
Depende de um número que você mesmo consegue medir: a menor largura de todo o trajeto até a frente de serviço, e não apenas a do portão. Vale medir também a altura livre mínima, porque marquise, laje e fiação limitam tanto quanto a largura, e conferir se há degrau ou soleira que exija rampa provisória. Informar essas medidas na cotação é o que evita o pior cenário desta locação, que é a máquina chegar e não conseguir entrar.
É justamente a aplicação mais própria dela, e a que a máquina de porte não cobre. Uma mini de poucas toneladas distribui uma carga que muitas lajes, calçadas e pavimentos suportam, enquanto uma escavadeira de vinte toneladas não passaria. A ressalva é que a capacidade precisa ser verificada, e não presumida, vale confirmar com quem tem o projeto estrutural, principalmente em laje antiga ou sem informação de carga admissível.
É a característica de projeto em que a traseira da máquina não ultrapassa a largura das esteiras ao girar. Numa escavadeira convencional, a traseira avança para fora da base durante o giro, o que exige folga em volta. Em vala junto ao muro, corredor lateral e área confinada, essa folga não existe, e o giro zero é o que torna o serviço possível sem risco de atingir a divisa ou a construção vizinha.
São respostas para restrições diferentes. A mini é a escolha quando o acesso é estreito, o piso não aguenta peso ou o serviço acontece junto à divisa. A retroescavadeira tem rodas e se desloca sozinha entre pontos, carrega material com a pá frontal e tem mais alcance, mas precisa de espaço e de piso que suporte seu peso. Para serviço concentrado em área confinada, a mini resolve; para serviço espalhado com deslocamento, a retro rende mais.
Serve para demolição de pequeno porte e para trabalho interno, principalmente com implementos como rompedor compacto ou caçamba. O limite é a energia disponível, que é proporcional ao porte, então concreto armado espesso e estrutura de grande porte pedem máquina maior. Onde ela é insubstituível é na demolição dentro de edificação, em pavimento sobre laje e em área que a máquina de porte não alcança.
Fale com nossos especialistas e receba suporte técnico para demolição, terraplenagem, locação de máquinas e demandas urgentes de operação.