Mecanizada
Escavadeira com rompedor ou pinça.
QuandoEstrutura isolada, com espaço de manobra
Empresa de demolição em São Paulo e Grande São Paulo: demolição controlada, industrial e de galpões, com licenciamento e destinação regularizada.
Uma estrutura mal avaliada gera retrabalho na fundação, atraso na liberação do terreno e, no pior caso, dano a imóveis vizinhos, que é o único erro desta obra que não se corrige com dinheiro.
Por isso cada obra começa por uma avaliação estrutural que define o método, a sequência de desmonte e as medidas de proteção do entorno. Antes do orçamento, não depois.
Não existe uma técnica melhor que as outras. Existe a técnica compatível com a estrutura, com o entorno e com o que o município permite naquele endereço.

Estrutura colada em vizinho, pavimento enterrado, amianto na cobertura e restrição de horário para caminhão são os quatro fatores que mais mudam o método, e o preço.
Escavadeira com rompedor ou pinça.
QuandoEstrutura isolada, com espaço de manobra
Desmonte na ordem inversa da construção, elemento por elemento.
QuandoVizinho colado, via lindeira, estrutura a preservar
Marreta, martelete e corte, sem transmitir vibração.
QuandoÁrea confinada e laje sem acesso para máquina
Corte com serra e fio, sem impacto.
QuandoA peça precisa sair inteira, em estrutura que permanece
Manual ou controlada na divisa, mecanizada no miolo do terreno.
QuandoO caso mais comum em obra urbana densa
A escolha é definida na avaliação estrutural, antes do orçamento. Em obra urbana o mais comum não é escolher um método, e sim combinar dois no mesmo terreno.
Duas obras com a mesma área podem ter orçamentos muito diferentes, porque o preço não é formado pela metragem. É formado por sete variáveis, e por uma que joga a favor.
Alvenaria, concreto armado, estrutura metálica e madeira têm produtividades de desmonte muito distintas. Concreto com alta taxa de aço é o extremo caro da escala.
Altura muda o método, o equipamento e o plano de proteção. Subsolo muda o serviço inteiro, porque envolve escoramento e reaterro.
Largura de portão, altura livre, raio de manobra e se a caçamba entra no lote. Caminhão parado na rua consome mais hora de equipe que a demolição em si.
Imóvel colado exige proteção, contenção de vibração e, quase sempre, parte do escopo em demolição manual.
O item que mais pesa no total, e o menos considerado por quem compara propostas.
Cada quilômetro entra no custo de transporte, multiplicado pelo número de viagens.
Obra com data de entrega apertada exige mais frente de serviço simultânea.
Tratá-lo como uma coisa só é o que gera passivo ambiental, e o registro fica no nome de quem gerou, não de quem executou.
Concreto, argamassa, alvenaria e cerâmica.
Reciclável como agregado, com destinação em área licenciada.
É a maior parte do volume de praticamente qualquer demolição, e é ela que define quantas caçambas a obra consome.
Metal, madeira, plástico, papelão e gesso.
Reciclável, com mercado de revenda ativo.
Entra na conta como valor recuperável, abatido do orçamento quando é separado na origem.
Amianto, tinta, solvente e material contaminado.
Sem destinação viável ou perigoso, com manejo e transporte próprios.
Misturar com classe A transforma a caçamba inteira em resíduo perigoso, com custo de destinação várias vezes maior.

Não no aterro. Em obra urbana colada em vizinho, como esta, a separação acontece no mesmo espaço em que a demolição avança, e é por isso que ela precisa estar no plano, não na improvisação. Depois que a caçamba sai misturada, não há como desfazer.
Demolir sem licença expõe o proprietário do imóvel, não apenas o executor. E as regras não são as mesmas nos 39 municípios da Região Metropolitana, é a origem mais comum de atraso em obra de demolição.
Na cidade de São Paulo, licenciado pela Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento (SMUL), com projeto e responsável técnico habilitado. Nos municípios vizinhos mudam o órgão, a documentação e o prazo de análise.
O PGRCC entra no mesmo protocolo do licenciamento, e a fiscalização cobra a execução dele em campo.
Comprovante que liga cada caçamba à área licenciada de destino. É o que fecha o ciclo e tira o passivo do nome do proprietário.
Imóveis tombados, em área envoltória de bem tombado ou em área de proteção ambiental seguem trâmite específico, com prazo consideravelmente maior. O acompanhamento desse processo faz parte do escopo da GVI.
A capacidade residual da estrutura deixa de ser previsível, e a ordem de desmonte precisa ser calculada.
A sequência deixa de ser uma escolha e passa a ser imposta pelo que ainda sustenta o que.
Pode conter amianto e exige manejo, transporte e destinação específicos.
A parede de divisa é compartilhada com o vizinho e não pode simplesmente sair.
O corte prévio pelas concessionárias é pré-requisito, não formalidade. Sem ele a obra não começa.
Nesses casos a avaliação estrutural deixa de ser um passo do orçamento e passa a ser o serviço. É onde a diferença entre uma demolidora com engenharia e uma equipe com maquinário aparece inteira.
15 especialidades dentro desta área. Cada uma com o método, o maquinário e as condições de execução que o serviço exige.















O caminho de uma obra de demolição na GVI, da primeira visita à entrega do terreno.
Visita técnica ao local, leitura da tipologia da edificação e das condições do entorno. É o que define o método e o custo de tudo o que vem depois.
Protocolo junto à prefeitura do município, com a documentação que cada cidade exige. O prazo de análise varia dentro da Grande São Paulo.
Desmonte na sequência definida, com proteção de vizinhos e passeio, contenção de poeira e controle de vibração.
Segregação dos resíduos e destinação em área licenciada, com o comprovante de transporte exigido pelo município.
Como cada método de demolição funciona na prática, quais normas se aplicam e o que muda de obra para obra.

O que segurava a fachada é justamente o que vai embora. Ela vira uma parede alta e solta, sustentada por uma estrutura provisória com projeto.
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Dano e movimento são coisas diferentes. Uma trinca grande e parada admite planejamento; uma trinca pequena que cresce, não. Medir é o que separa as duas.
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Controlada é a palavra mais vazia do setor até alguém dizer o que está sendo medido e contra qual limite. Sem número e sem instrumento, é adjetivo.
Ler artigoUma excelente demolidora contratei para executar um serviço foi entregue no prazo combinada nota 1000
Empresa de demolição muito confiável, serviço de ponta; Empresa tem PPRA e PCMSO, todos colaboradores tem NR35, e utilizam epi’s coisa difícil de se encontrar em demolidoras. Donos e encarregados prontos para te atender no que precisar, expertise no assunto, cuidado com vizinhos e pedestres, eles usam bastante tela de proteção e linha de vida. O preço muito bom. Atendeu expectativa, espero fazer outras demolições com GVI Demolidora. Ass: Engenheiro Thiago André.
Fiz a Compra das Ferragens para minha Laje e Muro de Arrimo. Simplesmente Fantásticos, Equipe muito Atenciosa. Materiais Excelentes e com um preço Justo. PARABÉNS A TODOS e Muito Obrigado pelo Atendimento.
Minha experiência foi nota 1000, fizeram uma excelente demolição, muito prestativos, organizados e voltaria a contratar com toda certeza!!!
Não existe um preço de tabela por metro quadrado que sirva para duas obras diferentes, e desconfie de quem informa um antes de ver o local. O valor é formado por seis variáveis, tipologia da estrutura, área e número de pavimentos, condições de acesso ao terreno, proximidade de vizinhos, volume e classe dos resíduos gerados e distância até o aterro licenciado. Uma casa de alvenaria isolada e um galpão de concreto armado colado em dois vizinhos têm a mesma metragem e custos que não se parecem. O orçamento sai depois da visita técnica, com o escopo detalhado por item.
Reúna quatro informações antes de pedir o orçamento e o prazo de resposta cai bastante, endereço completo, área construída aproximada e número de pavimentos, o tipo de estrutura (alvenaria, concreto armado, estrutura metálica, madeira) e uma descrição do entorno, principalmente se há imóvel colado, via pública lindeira ou restrição de horário. Fotos da fachada e do interior ajudam. Com isso é possível pré-dimensionar o serviço e agendar a visita técnica, que é o que fecha o valor.
Sim, e a exigência varia de município para município dentro da Grande São Paulo. Na cidade de São Paulo a demolição depende de licença emitida pela Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento (SMUL), com projeto e responsável técnico. Além do alvará municipal, a obra precisa do Plano de Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil e do controle de transporte dos resíduos. Edificações tombadas ou em área de proteção ambiental têm um trâmite próprio e mais longo. O acompanhamento desse processo faz parte do escopo da GVI.
A GVI executa demolição controlada, mecanizada, manual, industrial, de galpões, de estruturas metálicas e de concreto armado, além de demolições parciais e de retrofit com preservação de fachada. O método é definido caso a caso, a partir do porte da estrutura, das condições do entorno e das restrições do município.
O resíduo de demolição não é entulho único. Concreto, argamassa e alvenaria formam o resíduo classe A, reciclável e destinado a área licenciada. Metal, madeira, plástico e papelão caem na classe B, que tem comprador e volta como desconto na proposta. Em geral a classe A responde pela maior parte do volume retirado, e é ela que define quantas caçambas e quantos dias a obra consome. A segregação na origem é o que separa uma demolição regularizada de um passivo ambiental no nome do proprietário.
A definição parte de uma avaliação estrutural prévia. Pesam a tipologia da edificação, a proximidade de imóveis vizinhos, as restrições de ruído e vibração da região, o acesso para maquinário e o volume estimado de resíduos. Estruturas coladas em vizinhos ou em área urbana densa tendem a exigir demolição controlada ou manual em parte do escopo.
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