Máquina de produção
Equipamento com mercado de segunda mão, que vale desmontado e documentado, não fragmentado.
QuandoLinha ainda comercializável
Demolição de fábrica: a obra é a última etapa de uma desmobilização que começa como inventário. O que tem valor sai antes, e é isso que define o saldo.
Quando uma fábrica fecha, o prédio costuma ser a última coisa em que se pensa. E é a ordem certa, porque a demolição é a etapa final de uma desmobilização que começa muito antes dela.
O que existe numa planta desativada não é entulho. É ativo em três camadas de valor decrescente: o que ainda tem mercado de revenda funcionando, o que já não vale como máquina mas vale como metal, e o que é só volume para destinar.
A diferença entre as duas primeiras camadas é grande e depende inteiramente de como a peça sai. Um motor, um painel, um trocador ou uma ponte rolante retirados inteiros e documentados valem múltiplos do que valem cortados junto com a estrutura. E essa escolha é feita no plano, não no canteiro.
É por isso que numa planta com ativo relevante o saldo pode inverter. A conta deixa de ser quanto custa demolir e passa a ser quanto sobra depois de vender o que dá para vender.
Cada item abaixo vale mais fora da estrutura do que dentro dela, e todos precisam ser retirados antes de a demolição começar. Depois que a máquina entra, essa diferença deixa de existir.
Equipamento com mercado de segunda mão, que vale desmontado e documentado, não fragmentado.
QuandoLinha ainda comercializável
Estrutura de içamento com valor próprio, e cuja retirada muda o comportamento do pórtico que a sustentava.
QuandoGalpão com operação de carga
Transformador, painel e cabeamento de cobre, com valor alto por peso e destinação específica.
QuandoPlanta com entrada própria de energia
Linha de processo em aço inox e ligas, que valem bem acima da sucata comum quando separadas.
QuandoAlimentícia, química e farmacêutica
Pórtico, terça e telha, que já não têm revenda como peça mas têm valor de sucata por peso.
QuandoDepois de o equipamento sair
Volume alto e valor nulo. É o que sobra no fim e o que domina o custo de transporte.
QuandoÚltima camada da desmobilização
Vale levantar o inventário junto com o projeto de demolição, e não depois. É o levantamento que define a sequência de desmobilização e, em boa parte dos casos, o próprio orçamento da obra.
Esta é a fábrica no dia em que a demolição finalmente começa: base de máquina com o chumbador aparente, pegada retangular no piso onde o equipamento estava, ponto de utilidade tamponado.
Nada disso é entulho ainda. É o registro de uma desmobilização feita na ordem certa, com o que tinha valor vendido inteiro e documentado. A partir daqui o serviço vira demolição comum, e é a parte simples.

Cada erro abaixo transforma um ativo em resíduo, e nenhum deles tem correção depois. É a diferença entre uma desmobilização e uma demolição cara.
Equipamento fragmentado com o prédio perde a camada de revenda e vira sucata pelo peso.
QuandoDemolição iniciada antes do inventário
Máquina sem manual, sem nota e sem histórico de manutenção vale bem menos no mercado de segunda mão.
QuandoPlanta antiga sem registro organizado
Tanque e linha com resíduo de processo não são aceitos por sucateiro antes de limpos e certificados.
QuandoEquipamento que conteve produto
Metal misturado com concreto e alvenaria deixa de ser receita e passa a custar destinação.
QuandoSegregação fora do plano
A regra que resume o serviço é curta. Enquanto houver alguma coisa que vale mais inteira do que fragmentada, a máquina de demolição espera.
Uma excelente demolidora contratei para executar um serviço foi entregue no prazo combinada nota 1000
Empresa de demolição muito confiável, serviço de ponta; Empresa tem PPRA e PCMSO, todos colaboradores tem NR35, e utilizam epi’s coisa difícil de se encontrar em demolidoras. Donos e encarregados prontos para te atender no que precisar, expertise no assunto, cuidado com vizinhos e pedestres, eles usam bastante tela de proteção e linha de vida. O preço muito bom. Atendeu expectativa, espero fazer outras demolições com GVI Demolidora. Ass: Engenheiro Thiago André.
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Minha experiência foi nota 1000, fizeram uma excelente demolição, muito prestativos, organizados e voltaria a contratar com toda certeza!!!
Pelo inventário, e não pela estrutura. Uma planta desativada contém ativo em três camadas de valor decrescente, o que ainda tem mercado de revenda funcionando, o que já não vale como máquina mas vale como metal, e o que é só volume a destinar. A sequência de desmobilização retira essas camadas nessa ordem, e a demolição estrutural é a última etapa. Começar pela demolição transforma a primeira camada na segunda, e é uma perda que não tem correção.
Quase sempre vale mais vendido, e a diferença costuma ser de múltiplos, não de porcentagem. Máquina, painel, transformador, trocador e ponte rolante retirados inteiros, com manual e histórico de manutenção, têm mercado de segunda mão. Cortados junto com a estrutura, viram metal a peso. A ressalva é a documentação e a limpeza, equipamento sem registro vale menos, e equipamento que conteve produto não é aceito antes de limpo e certificado.
Em planta com ativo relevante o saldo pode inverter, e a conta deixa de ser quanto custa demolir para ser quanto sobra depois de vender o que dá para vender. Isso depende de três coisas: o que existe de equipamento comercializável, o volume de metal recuperável, e o quanto de concreto e alvenaria precisa ser transportado e destinado, que é a parcela que puxa para baixo. O levantamento é o que responde, e ele vale a pena antes de qualquer decisão.
Mais que a demolição em si, e por motivos que não são de obra. A retirada de equipamento depende de comprador, de transporte especial em alguns casos e de agenda de terceiros. A limpeza e certificação de tanque e linha de processo dependem de laudo. A retirada de subestação depende da concessionária. A demolição estrutural, que é a parte que parece mais demorada, costuma ser a mais curta e a mais previsível de todo o cronograma.
São faces do mesmo serviço vistas por lados opostos. A página de demolição industrial trata do que a planta deixou de passivo, resíduo de processo, tanque a limpar, solo a investigar, trâmite ambiental. Esta trata do que a planta deixou de ativo, equipamento, metal e o que ainda tem mercado. Na prática as duas camadas convivem na mesma obra, e o levantamento inicial precisa mapear as duas antes de definir cronograma e orçamento.
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