Fresagem
Remoção do revestimento asfáltico em espessura controlada, gerando material granulado com mercado.
QuandoRevestimento asfáltico em qualquer área
Remoção de pavimento em via e pátio: o asfalto fresado é material com valor e destino próprio. Só se demole o que não dá para fresar.
Pavimento de via, pátio e estacionamento tem uma diferença que a demolição de edificação não tem: ele é feito de camadas com valores diferentes, e a de cima costuma ser a mais valiosa.
O revestimento asfáltico removido por fresagem sai granulado e limpo, e esse material tem mercado, é insumo de reciclagem, e em obra de pavimentação pode voltar como base. Quebrado com rompedor, o mesmo asfalto vira bloco misturado e passa a ser resíduo a destinar. A escolha do método decide de que lado da conta ele fica.
A segunda pergunta é até onde descer. Nem toda obra precisa chegar ao subleito. Trocar só o revestimento, ou revestimento e base, muda volume, prazo e custo numa proporção muito maior do que a área muda.
E há o que está embaixo. Pavimento urbano cobre rede enterrada rasa (água, esgoto, gás, energia, drenagem e fibra) que raramente tem cadastro confiável e que aparece na profundidade errada com frequência.
Cada item abaixo aponta para um método diferente de remoção. Definir isso antes é o que separa um material com destino de um volume de entulho.
Remoção do revestimento asfáltico em espessura controlada, gerando material granulado com mercado.
QuandoRevestimento asfáltico em qualquer área
Serra e retirada de placas inteiras de concreto, com bordas retas onde o pavimento remanescente permanece.
QuandoRemoção parcial em pátio de concreto
Fragmentação com rompedor, para concreto espesso ou armado que não sai de outra forma.
QuandoPavimento rígido e base cimentada
Revolvimento da base granular para reaproveitamento no próprio local, sem retirar do terreno.
QuandoBase em condição de ser reutilizada
Retirada só das camadas comprometidas, mantendo as inferiores que ainda cumprem função.
QuandoRecuperação em vez de reconstrução
Furo de reconhecimento que revela espessura real de cada camada e o que existe abaixo.
QuandoAntes de fechar volume e preço
Vale decidir o método junto com a profundidade de remoção, e não depois. São as duas variáveis que definem o volume real, e volume é o que precifica transporte e destinação.
Diferente da demolição de edificação, aqui boa parte do volume tem reaproveitamento previsto. Perder isso é uma escolha de método, não uma fatalidade.
Revestimento asfáltico removido em fresa, granulado
Usina de reciclagem ou reuso como base na própria obra
Tem valor. Só existe se a remoção for por fresagem
Placas, base cimentada e meio-fio
Área licenciada ou britagem para agregado reciclado
Volume alto. Britar no local corta viagem quando compensa
Base e sub-base de brita e solo estabilizado
Reuso no local após escarificação, quando a condição permite
O que não sai do terreno não paga transporte
Um corte reto no pavimento revela em segundos o que uma estimativa por área nunca responde: quantas camadas existem e qual a espessura real de cada uma.
É também o que mostra quantos recapeamentos aconteceram ao longo dos anos. Via que nunca foi fresada costuma ter revestimento bem mais espesso que o previsto, e essa espessura é o volume que vai para o orçamento.

Todos os itens abaixo estão a poucos centímetros da superfície e nenhum aparece antes de a remoção começar. Rompimento de rede é a ocorrência mais comum deste serviço.
Água, gás, energia, drenagem e fibra em profundidade menor que a esperada e fora do mapa.
QuandoVia urbana e pátio antigo
Recapeamentos sucessivos que multiplicam a espessura real do revestimento a remover.
QuandoVia que nunca foi fresada
Subleito encharcado sob o pavimento, que não suporta tráfego de obra depois de descoberto.
QuandoÁrea com drenagem deficiente
Pátio de posto, oficina e área industrial com solo impregnado, que muda a destinação do material.
QuandoTerreno com histórico de combustível
O procedimento que evita a maior parte disso é barato e rápido, consulta às concessionárias e sondagem de reconhecimento antes de definir profundidade e método.
Uma excelente demolidora contratei para executar um serviço foi entregue no prazo combinada nota 1000
Empresa de demolição muito confiável, serviço de ponta; Empresa tem PPRA e PCMSO, todos colaboradores tem NR35, e utilizam epi’s coisa difícil de se encontrar em demolidoras. Donos e encarregados prontos para te atender no que precisar, expertise no assunto, cuidado com vizinhos e pedestres, eles usam bastante tela de proteção e linha de vida. O preço muito bom. Atendeu expectativa, espero fazer outras demolições com GVI Demolidora. Ass: Engenheiro Thiago André.
Fiz a Compra das Ferragens para minha Laje e Muro de Arrimo. Simplesmente Fantásticos, Equipe muito Atenciosa. Materiais Excelentes e com um preço Justo. PARABÉNS A TODOS e Muito Obrigado pelo Atendimento.
Minha experiência foi nota 1000, fizeram uma excelente demolição, muito prestativos, organizados e voltaria a contratar com toda certeza!!!
É a diferença entre gerar insumo e gerar entulho. A fresagem remove o revestimento asfáltico em espessura controlada e devolve o material granulado e limpo, que tem mercado de reciclagem e pode voltar como base na própria obra. O rompimento do mesmo asfalto produz blocos misturados, que passam a ser resíduo a transportar e destinar. Como o revestimento costuma ser a camada mais valiosa do pavimento, a escolha do método define de que lado da conta esse volume fica.
Nem sempre, e essa é a decisão que mais muda o orçamento. Um pavimento tem tipicamente revestimento, base e sub-base, e muitas obras precisam apenas trocar o revestimento, ou o revestimento e a base, mantendo as camadas inferiores que ainda cumprem função. Descer até o subleito multiplica volume, prazo e custo numa proporção bem maior do que a área sugere. A sondagem de reconhecimento é o que responde qual camada está comprometida e qual pode ficar.
Rompimento de rede enterrada, com folga. Pavimento urbano cobre água, esgoto, gás, energia, drenagem e fibra, quase sempre em profundidade menor que a esperada e sem cadastro confiável. Depois disso, os dois problemas mais comuns são recapeamentos sucessivos que dobram a espessura real do revestimento em relação ao previsto, e subleito saturado que, depois de descoberto, não suporta o tráfego da própria obra. Consulta às concessionárias e sondagem prévia resolvem a maior parte.
Boa parte tem, e é o que distingue este serviço da demolição de edificação. O asfalto fresado é insumo de reciclagem com mercado. O concreto pode ser britado no local e virar agregado reciclado, o que também corta viagens de transporte. A base granular, quando está em condição adequada, pode ser escarificada e reutilizada sem sair do terreno, e o que não sai não paga transporte. A exceção é área com histórico de combustível ou produto químico, onde o solo pode exigir destinação própria.
O valor se forma por três variáveis, e a área é a menos determinante. A primeira é a profundidade de remoção, ou seja, quais camadas saem. A segunda é o método, porque fresagem, corte de placa e rompimento têm produtividades e custos distintos. A terceira é o destino, considerando o que pode ser reaproveitado no local e o que precisa ser transportado. O orçamento sai após a sondagem de reconhecimento, que é o que fecha o volume real.
Fale com nossos especialistas e receba suporte técnico para demolição, terraplenagem, locação de máquinas e demandas urgentes de operação.