SMUL
A Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento é o órgão que licencia obra e demolição na cidade, com projeto e responsável técnico habilitado.
QuandoSempre que houver demolição ou movimentação de terra em escala
Terraplenagem na cidade de São Paulo: o que muda no licenciamento, na restrição de caminhão e no solo da capital, e como isso entra no orçamento da sua obra.
Terraplenagem é a mesma engenharia em qualquer lugar: corte, aterro, compactação medida. O que muda de cidade para cidade é tudo o que cerca a obra, e na capital isso pesa mais que na maioria dos municípios da região.
São três frentes que raramente aparecem no orçamento e sempre aparecem no cronograma: o licenciamento municipal, a janela em que o caminhão pode circular, e um subsolo que muda por completo entre um bairro e o vizinho.
Esta página trata dessas três. A engenharia do serviço (empolamento, grau de compactação, formadores de preço) está na página do pilar.
A capital tem o trâmite mais estruturado da região, e também o mais longo. Começar o processo tarde é a causa mais comum de obra parada esperando papel.
A Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento é o órgão que licencia obra e demolição na cidade, com projeto e responsável técnico habilitado.
QuandoSempre que houver demolição ou movimentação de terra em escala
O PGRCC sobe junto com o pedido de licença, e a fiscalização confere depois se ele foi cumprido.
QuandoObra que gera resíduo, o que inclui o bota-fora da terraplenagem
O documento que prova onde cada carga foi parar. Sem ele, o resíduo continua respondendo em nome de quem contratou a obra.
QuandoTodo material que sai do terreno
Imóvel tombado ou vizinho a bem tombado passa por análise do Conpresp, no município, e do Condephaat quando o tombamento é estadual.
QuandoCentro histórico, Higienópolis, Luz, Pacaembu e entorno de bens tombados
Trechos das zonas sul e norte estão em área de proteção aos mananciais, com regra própria de movimentação de terra e supressão de vegetação.
QuandoParelheiros, Marsilac, Grajaú, Perus e a franja norte da cidade
Onde houve posto ou fábrica, a escavação pode ficar condicionada a investigar o solo primeiro, e o passivo responde na esfera estadual.
QuandoRetrofit de área industrial e reconversão de postos
Os prazos de análise variam com o porte e com o tipo de processo, e não são os mesmos dos municípios vizinhos. Vale confirmar o enquadramento do seu caso antes de fechar cronograma.
Maquinário pesado chega de prancha e o material sai de caçamba. Na capital, quando esses dois veículos podem circular é uma restrição de projeto, não um detalhe operacional.
São Paulo restringe a circulação de caminhão em boa parte da área central e em corredores estruturais, com regra que varia por trecho, por horário e por tipo de veículo. O enquadramento da sua obra precisa ser confirmado antes de fechar a logística.
QuandoÁrea central, corredores e vias estruturais
Se a prancha descarrega dentro do lote ou precisa parar na via, muda a autorização necessária e o tempo de mobilização.
QuandoLote sem recuo ou com portão estreito
Bota-fora e aterro licenciado ficam fora da cidade. A distância é cobrada em cada viagem, e quantas viagens existem depende do empolamento, não do volume de corte.
QuandoSempre que o corte não é compensado no próprio terreno
Densidade alta significa divisa compartilhada, e divisa compartilhada limita o porte do equipamento e a intensidade da compactação.
QuandoPraticamente toda obra fora dos grandes lotes industriais
Na prática, obra na capital costuma trabalhar com janela de transporte menor do que a jornada da equipe. Dimensionar o número de caçambas por essa janela, e não pelo volume diário de escavação, é o que evita frente de serviço parada esperando caminhão.
São Paulo está assentada sobre a Bacia Sedimentar de São Paulo, e o que se encontra ao escavar muda bastante conforme a posição no relevo. Não existe premissa de solo válida para a cidade inteira.
Nos espigões (Paulista, Jardins, Santana, boa parte da zona oeste), o mais comum é argila com boa capacidade de suporte, que compacta bem e sustenta corte com talude.
Nas várzeas dos rios Tietê, Pinheiros e Tamanduateí, a história é outra: solo mole, lençol freático alto e camadas que não recebem aterro direto. Marginal, Barra Funda, Ipiranga e boa parte da zona leste caem nesse recorte.
Nas bordas, ao norte e ao sul, aparece rocha mais rasa, que tira a escavação do regime mecânico comum e traz o rompedor para dentro do orçamento.
Por isso o levantamento topográfico e a leitura do solo vêm antes do preço, e não depois. Um orçamento fechado sem eles é um chute com aparência de proposta, e na capital o chute erra mais, porque há mais cenários possíveis.

Uma excelente demolidora contratei para executar um serviço foi entregue no prazo combinada nota 1000
Empresa de demolição muito confiável, serviço de ponta; Empresa tem PPRA e PCMSO, todos colaboradores tem NR35, e utilizam epi’s coisa difícil de se encontrar em demolidoras. Donos e encarregados prontos para te atender no que precisar, expertise no assunto, cuidado com vizinhos e pedestres, eles usam bastante tela de proteção e linha de vida. O preço muito bom. Atendeu expectativa, espero fazer outras demolições com GVI Demolidora. Ass: Engenheiro Thiago André.
Fiz a Compra das Ferragens para minha Laje e Muro de Arrimo. Simplesmente Fantásticos, Equipe muito Atenciosa. Materiais Excelentes e com um preço Justo. PARABÉNS A TODOS e Muito Obrigado pelo Atendimento.
Minha experiência foi nota 1000, fizeram uma excelente demolição, muito prestativos, organizados e voltaria a contratar com toda certeza!!!
O preço é formado pelo volume de corte e aterro em metro cúbico, pelo tipo de solo encontrado, pela necessidade de material de empréstimo e pela distância até o bota-fora licenciado, que na capital fica fora da cidade. Some a isso duas variáveis específicas de São Paulo, a janela em que o caminhão pode circular, que limita quantas viagens cabem por dia, e as condições de acesso ao lote. A proposta é fechada com o levantamento topográfico na mão, com cada linha separada.
Movimentação de terra em escala e demolição dependem de licenciamento municipal, que na capital é atribuição da SMUL, a Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento, mediante projeto e responsável técnico. Além disso, entram também o PGRCC e o rastreio do transporte do que sai do terreno que saem do terreno. Imóvel tombado, em área envoltória de bem tombado ou em área de proteção aos mananciais segue trâmite próprio e mais longo.
Afeta o cronograma diretamente. A cidade restringe a circulação de caminhão em boa parte da área central e em corredores estruturais, com regra que varia por trecho, por horário e por tipo de veículo. Como o maquinário chega de prancha e o material sai de caçamba, a janela de circulação define quantas viagens cabem por dia, e é por ela, não pelo volume diário de escavação, que o número de caçambas deve ser dimensionado.
Não há uma resposta única para a cidade. Nos espigões, como Paulista, Jardins e zona oeste, predomina argila com boa capacidade de suporte. Nas várzeas do Tietê, Pinheiros e Tamanduateí aparecem solo mole e lençol freático alto, que não recebem aterro direto e podem exigir remoção, substituição ou tratamento. Nas bordas norte e sul, rocha mais rasa pode exigir rompedor. É o levantamento que define com qual desses cenários a obra vai lidar.
Sim, nos 96 distritos da capital, além dos demais municípios da Região Metropolitana. O que muda de um ponto a outro da cidade é a logística de mobilização e a janela de transporte, que entram no orçamento.
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