Levantamento do que existe
Espessura, material, aprumo, trincas e como a fachada se liga às lajes e paredes que vão sair.
QuandoAntes de qualquer projeto
Demolição com retenção de fachada: a parede que fica deixa de ter o prédio que a segurava. O escoramento não é apoio da obra, é a nova estrutura dela.
Retenção de fachada é o serviço em que a frente da edificação permanece e todo o resto sai. Aparece em imóvel tombado, em área envoltória de bem protegido e em retrofit que quer manter a leitura da rua.
O ponto que define o serviço é fácil de enunciar e caro de ignorar: uma fachada não é uma parede autoportante. Ela é travada lateralmente pelas paredes perpendiculares e, a cada pavimento, pelas lajes que se apoiam nela. Demolir o miolo é remover justamente esse travamento.
Sem laje e sem parede de retorno, uma alvenaria alta e esbelta fica sujeita a vento e a excentricidade de carga sem nada que a contenha. Por isso a estrutura provisória não é apoio de obra, é a estrutura da fachada a partir do momento em que o primeiro pavimento sai.
E ela não é temporária no sentido usual. A treliça de retenção permanece de pé durante a demolição, a fundação, a estrutura nova e boa parte do acabamento (meses, às vezes mais de um ano), sob chuva e vento, com a obra trabalhando ao redor dela.
A ordem aqui é rígida. Cada item abaixo precisa estar resolvido antes de a demolição do miolo começar, porque depois de começar não há como voltar atrás e reapoiar.
Espessura, material, aprumo, trincas e como a fachada se liga às lajes e paredes que vão sair.
QuandoAntes de qualquer projeto
Treliça externa ou interna dimensionada para vento e excentricidade, com responsável técnico e memória de cálculo.
QuandoToda retenção, sem exceção
A treliça descarrega no solo ou na estrutura vizinha, e esse apoio precisa ser projetado como qualquer fundação.
QuandoRetenção externa apoiada no terreno
Ligação entre treliça e fachada distribuída por pavimento, para não concentrar esforço num trecho de parede antiga.
QuandoAlvenaria histórica e frágil
Cobertura e barreira contra impacto, poeira e chuva na face que fica, que passa a obra inteira exposta.
QuandoFachada com ornamento e revestimento original
Acompanhamento de aprumo e de abertura de trinca ao longo da obra, para detectar movimento antes que vire dano.
QuandoTodo o período de permanência
A sequência correta é montar a retenção, transferir o travamento para ela, conferir, e só então iniciar a remoção interna. Inverter qualquer par nessa ordem é o que produz perda de fachada.
Esta é a imagem que explica o serviço melhor que qualquer descrição: a frente do imóvel intacta na rua e, atrás dela, nada. As janelas dão para o céu.
É também a fase mais longa da obra. Entre a demolição do miolo e a estrutura nova assumindo o travamento, a fachada passa meses sustentada apenas pela treliça, exposta a vento e chuva, com a obra trabalhando ao redor. Todo o método existe para atravessar esse intervalo sem perder a parede.

Em boa parte dos casos a fachada permanece por exigência, não por escolha. Confirmar isso antes muda o projeto inteiro, porque retenção não se acrescenta depois.
Imóvel protegido por Conpresp, Condephaat ou IPHAN, com trâmite próprio e independente entre as três instâncias.
QuandoImóvel de interesse histórico
Faixa em torno de bem tombado que restringe intervenção mesmo em imóvel que não é tombado.
QuandoVizinhança de bem protegido
Imóvel em estudo já carrega restrição, antes mesmo da decisão final.
QuandoBem em análise em qualquer instância
Zoneamento ou aprovação que condiciona a nova edificação à manutenção da fachada existente.
QuandoRetrofit em área com parâmetro específico
Vale consultar as três instâncias de tombamento e o zoneamento antes de contratar projeto. É consulta pública, leva dias, e é o que separa um retrofit planejado de uma obra embargada.
Uma excelente demolidora contratei para executar um serviço foi entregue no prazo combinada nota 1000
Empresa de demolição muito confiável, serviço de ponta; Empresa tem PPRA e PCMSO, todos colaboradores tem NR35, e utilizam epi’s coisa difícil de se encontrar em demolidoras. Donos e encarregados prontos para te atender no que precisar, expertise no assunto, cuidado com vizinhos e pedestres, eles usam bastante tela de proteção e linha de vida. O preço muito bom. Atendeu expectativa, espero fazer outras demolições com GVI Demolidora. Ass: Engenheiro Thiago André.
Fiz a Compra das Ferragens para minha Laje e Muro de Arrimo. Simplesmente Fantásticos, Equipe muito Atenciosa. Materiais Excelentes e com um preço Justo. PARABÉNS A TODOS e Muito Obrigado pelo Atendimento.
Minha experiência foi nota 1000, fizeram uma excelente demolição, muito prestativos, organizados e voltaria a contratar com toda certeza!!!
Porque ela está de pé apoiada em algo que vai sair. Uma fachada não é uma parede autoportante: ela é travada lateralmente pelas paredes perpendiculares e, a cada pavimento, pelas lajes que se apoiam nela. Demolir o miolo remove exatamente esse travamento e deixa uma alvenaria alta e esbelta sujeita a vento e a excentricidade de carga sem nada que a contenha. A estrutura provisória não é apoio de obra, é a estrutura da fachada a partir do momento em que o primeiro pavimento sai.
Bem mais do que a demolição. A treliça permanece durante a remoção interna, a fundação, a estrutura nova e boa parte do acabamento, até que a edificação nova assuma o travamento da fachada. Na prática são meses, às vezes mais de um ano, com a estrutura provisória exposta a chuva e vento e com a obra trabalhando ao redor dela. É por isso que ela é projetada e calculada como estrutura definitiva seria, e não montada como escoramento comum de obra.
A proteção pode vir de três lados que não conversam entre si: Conpresp na esfera municipal, Condephaat na estadual, IPHAN na federal. Estar livre em duas não diz nada sobre a terceira, e imóvel em processo de tombamento aberto já carrega restrição antes da decisão final. Existe ainda a área envoltória, que alcança imóveis vizinhos que não têm nada de tombado. Some a isso o zoneamento, que às vezes condiciona a nova edificação à manutenção da fachada. É consulta pública e leva dias.
Pode, e é o risco que todo o método existe para evitar. As causas são conhecidas e todas de sequência, iniciar a demolição interna antes de a retenção estar montada e conferida, concentrar a ancoragem num trecho frágil de alvenaria antiga, subdimensionar o apoio da treliça no solo, ou deixar a face exposta sem proteção durante meses de obra. Por isso a ordem é rígida: montar, transferir o travamento, conferir, e só então remover. E o monitoramento de aprumo e de trincas acompanha todo o período.
É o serviço mais caro por metro quadrado dentro de demolição, e a razão não é a derrubada. O peso está no projeto da estrutura provisória com responsável técnico, na fabricação e montagem da treliça, na fundação que a apoia, na ancoragem distribuída, na proteção da face e no monitoramento durante meses. Some a demolição interna, que é manual em boa parte porque não se pode transmitir impacto para a fachada. O orçamento sai após o levantamento e a definição do projeto de retenção.
Fale com nossos especialistas e receba suporte técnico para demolição, terraplenagem, locação de máquinas e demandas urgentes de operação.