Fundação antiga
Remover ou deixar é decisão de projeto, não de obra. O critério é onde caem as estacas novas e a que profundidade a escavação vai.
QuandoTodo lote com construção anterior
Demolição em Santo André: aqui a demolição quase nunca é o fim da obra, é a primeira etapa de uma escavação. O que fica vira problema da fundação.
O ABC industrializou cedo, Santo André tem tecido fabril dos anos 1920 aos 1970, e desde os anos 1990 migra para comércio e serviços. O resultado é uma cidade que troca galpão por torre, num território sem lote livre.
Isso muda a natureza do serviço. Na maior parte das cidades, a demolição termina com o terreno limpo na cota do passeio. Aqui ela quase nunca é o fim da obra: logo depois vem uma escavação de dois ou três subsolos de garagem.
E aí uma decisão que parece detalhe passa a valer muito dinheiro: o que se remove e o que se deixa embaixo da cota. Bloco, sapata e estaca da construção antiga que ficam no terreno viram obstáculo para a estaca nova, e descobri-los com a bate-estaca mobilizada custa caro.
Demolir bem aqui é demolir pensando na obra seguinte. Uma demolidora que entrega o terreno limpo só na superfície entrega metade do serviço.
Cada item abaixo é uma decisão tomada durante a demolição que aparece, para o bem ou para o mal, na etapa seguinte da obra.
Remover ou deixar é decisão de projeto, não de obra. O critério é onde caem as estacas novas e a que profundidade a escavação vai.
QuandoTodo lote com construção anterior
Placa espessa, caixa de máquina e subsolo antigo ficam abaixo da cota e não aparecem na inspeção visual.
QuandoGalpão industrial e edificação com porão
Em tecido consolidado a divisa é compartilhada. Ela precisa continuar de pé durante a demolição e durante a escavação que vem depois.
QuandoLote entre edificações
Obra vizinha anterior pode ter deixado tirantes de contenção dentro do seu subsolo. Aparecem na escavação, não na demolição.
QuandoEntorno já verticalizado
Cobertura de fibrocimento em galpão anterior aos anos 1990 pode conter amianto, com manejo e destinação próprios.
QuandoTecido industrial antigo
Registro do estado das edificações vizinhas antes de começar. Serve para a demolição e continua valendo para a escavação.
QuandoAntes de qualquer mobilização
Vale pedir o projeto de fundação antes de fechar o escopo da demolição. Ele diz onde as estacas novas vão cair, e é isso que define o que precisa sair de baixo da cota e o que pode ficar.
No núcleo urbano o licenciamento é municipal. Terreno na porção sul, além da escarpa, ou em Paranapiacaba entra em outro regime.
A Prefeitura de Santo André recebe o projeto assinado e fiscaliza a obra, e o rito difere entre o núcleo urbano e a porção de manancial.
QuandoQualquer demolição, inclusive parcial
Cada caçamba precisa de destino comprovado em área licenciada, e a separação por classe é feita no terreno, não no aterro.
QuandoTodo material que sai do terreno
Lote com histórico industrial pode exigir investigação de solo antes da escavação, com trâmite no órgão ambiental estadual.
QuandoReconversão de área fabril
Vila tombada e bacia de manancial têm regimes próprios, bem mais restritivos que o do núcleo urbano.
QuandoPorção sul do município
Em Santo André o peso está no histórico do terreno e em qual parte da cidade ele fica. As duas coisas mudam o que é exigido, e a confirmação sai da Prefeitura junto com o órgão ambiental.
Uma excelente demolidora contratei para executar um serviço foi entregue no prazo combinada nota 1000
Empresa de demolição muito confiável, serviço de ponta; Empresa tem PPRA e PCMSO, todos colaboradores tem NR35, e utilizam epi’s coisa difícil de se encontrar em demolidoras. Donos e encarregados prontos para te atender no que precisar, expertise no assunto, cuidado com vizinhos e pedestres, eles usam bastante tela de proteção e linha de vida. O preço muito bom. Atendeu expectativa, espero fazer outras demolições com GVI Demolidora. Ass: Engenheiro Thiago André.
Fiz a Compra das Ferragens para minha Laje e Muro de Arrimo. Simplesmente Fantásticos, Equipe muito Atenciosa. Materiais Excelentes e com um preço Justo. PARABÉNS A TODOS e Muito Obrigado pelo Atendimento.
Minha experiência foi nota 1000, fizeram uma excelente demolição, muito prestativos, organizados e voltaria a contratar com toda certeza!!!
Tipologia da estrutura, área, condições de acesso e de vizinhança, volume e classe do resíduo, distância até o aterro licenciado: são essas as linhas de qualquer orçamento de demolição. Em Santo André há um item que costuma ficar de fora dos orçamentos e pesar depois, a remoção do que está abaixo da cota, como fundação antiga, piso espesso e subsolo existente, que a obra seguinte vai encontrar de qualquer forma. Do outro lado da conta, estrutura industrial antiga rende sucata metálica com valor de revenda. O orçamento sai após a visita técnica, discriminado por item.
Depende de onde as estacas novas vão cair e de até que profundidade a escavação vai. Por isso a decisão é de projeto, não de obra. Vale pedir o projeto de fundação antes de fechar o escopo da demolição, com ele na mão dá para definir o que sai de baixo da cota agora, quando o equipamento já está no terreno, e o que pode ficar. Descobrir bloco e estaca antigos com a bate-estaca mobilizada é o cenário caro.
Pode, e é por isso que o trabalho começa antes da primeira marretada. Vistoria cautelar com registro fotográfico e laudo do estado das edificações vizinhas protege os dois lados. Durante a obra, o controle de vibração e a preservação da parede de divisa são o que evita dano, e em Santo André essa parede costuma precisar continuar de pé não só durante a demolição, mas durante a escavação de subsolo que vem depois.
Sim. Santo André fica na sub-região Sudeste da Região Metropolitana, o ABC, com acesso pelo Rodoanel, pela Anchieta e pela Índio Tibiriçá, e a mobilização é direta. O que muda o planejamento é a localização dentro do município, no núcleo urbano o gargalo é acesso e vizinhança; na porção sul, além da escarpa, é o licenciamento ambiental.
Fale com nossos especialistas e receba suporte técnico para demolição, terraplenagem, locação de máquinas e demandas urgentes de operação.