Horário de ruído
Janela definida em regimento, quase sempre com sábado reduzido e domingo vedado, que encurta o dia produtivo.
QuandoTodo serviço com percussão
Demolição em condomínio: a obra acontece dentro de um prédio que continua habitado. O vizinho de baixo, o elevador e a convenção definem o cronograma.
Demolição em condomínio quase nunca significa derrubar o edifício. Significa remover parte do que existe dentro de uma unidade ou de uma área comum, com as outras dezenas de apartamentos ocupados e o prédio operando normalmente.
Isso inverte a lógica da demolição comum. Na obra de rua, o material cai por gravidade e a caçamba fica ao lado. Aqui tudo tem que subir sem atrapalhar e descer por dentro: ensacado, no elevador de serviço, dentro da janela de horário que o regimento permite, e acumulado numa área que a administração precisa ceder.
O segundo limite é estrutural. Num edifício, a parede que incomoda pode ser alvenaria de vedação, que sai, ou elemento estrutural, que não sai sem projeto e reforço. E há um terceiro caso que pega muita gente: parede que não é estrutural mas contém prumada de água, esgoto ou gás de toda a coluna do prédio.
Por isso o cronograma aqui raramente é definido pela quantidade de material. É definido pelo que cabe no elevador por dia e pelo horário em que se pode fazer barulho.
Nenhum item abaixo é técnico, e todos definem quantos dias a obra leva. Vale levantar cada um com a administração antes de assumir prazo com o cliente.
Janela definida em regimento, quase sempre com sábado reduzido e domingo vedado, que encurta o dia produtivo.
QuandoTodo serviço com percussão
Uso com hora marcada, proteção de cabine e limite de carga, dividido com mudanças e entregas dos moradores.
QuandoToda retirada de material
Onde a caçamba fica e por onde o material chega até ela. É espaço comum, e cedê-lo é decisão da administração.
QuandoPrédio sem pátio de serviço
Piso, parede e elevador do caminho de saída protegidos, porque dano em área comum é do condomínio inteiro.
QuandoDo apartamento até a rua
Intervenção que afeta área comum, fachada ou estrutura costuma depender de deliberação, com prazo próprio.
QuandoObra além do interior da unidade
A laje que você demole é o teto de alguém. Vibração e infiltração aparecem primeiro no apartamento debaixo.
QuandoRemoção de piso e contrapiso
Três perguntas por e-mail para a administração resolvem metade do planejamento: qual o horário permitido para serviço com ruído, qual o uso autorizado do elevador de serviço, e o que precisa passar por assembleia.
Numa obra de rua, o canteiro é o terreno. Aqui o canteiro é a unidade, e tudo que sai dela é problema: poeira no corredor, arranhão no elevador, entulho na área comum.
Por isso o serviço começa antes do primeiro golpe, com proteção de piso, vedação de porta e ensacamento na origem. Material solto não desce por elevador, e dano em área comum é do condomínio inteiro, não do morador que contratou.

A regra prática do edifício é que o interior da unidade é seu e a estrutura é do prédio inteiro. Cada item abaixo pertence ao segundo grupo, mesmo estando dentro do seu apartamento.
Elemento que recebe carga dos pavimentos acima. Não sai, não se reduz de seção e não se fura sem projeto.
QuandoSempre, mesmo embutido em parede
Em prédio de alvenaria estrutural, a própria parede é a estrutura, e nenhuma delas é de vedação.
QuandoEdifício sem pilares aparentes
Parede que carrega água, esgoto ou gás da coluna inteira. Derrubá-la afeta todos os andares, não só o seu.
QuandoParede de área molhada
Remover camada de piso é rotina; atingir a laje estrutural não é, e a espessura entre uma e outra surpreende.
QuandoRebaixamento de nível de piso
Quando há dúvida entre vedação e estrutura, a resposta está no projeto estrutural arquivado na administração. Abrir a parede para descobrir é o caminho que transforma uma reforma em ocorrência.
Uma excelente demolidora contratei para executar um serviço foi entregue no prazo combinada nota 1000
Empresa de demolição muito confiável, serviço de ponta; Empresa tem PPRA e PCMSO, todos colaboradores tem NR35, e utilizam epi’s coisa difícil de se encontrar em demolidoras. Donos e encarregados prontos para te atender no que precisar, expertise no assunto, cuidado com vizinhos e pedestres, eles usam bastante tela de proteção e linha de vida. O preço muito bom. Atendeu expectativa, espero fazer outras demolições com GVI Demolidora. Ass: Engenheiro Thiago André.
Fiz a Compra das Ferragens para minha Laje e Muro de Arrimo. Simplesmente Fantásticos, Equipe muito Atenciosa. Materiais Excelentes e com um preço Justo. PARABÉNS A TODOS e Muito Obrigado pelo Atendimento.
Minha experiência foi nota 1000, fizeram uma excelente demolição, muito prestativos, organizados e voltaria a contratar com toda certeza!!!
Não, e a distinção importa mais que qualquer outra coisa nesse serviço. Alvenaria de vedação pode sair; elemento estrutural (pilar, viga, e em prédio de alvenaria estrutural a própria parede) não sai sem projeto e reforço. Existe ainda um terceiro caso que engana: parede que não é estrutural mas contém a prumada de água, esgoto ou gás da coluna inteira, e derrubá-la afeta todos os andares. A resposta está no projeto estrutural arquivado na administração, e não na inspeção visual.
Raramente por motivo técnico. O que alonga o prazo é a via de saída: numa obra de rua o material cai por gravidade e a caçamba fica ao lado, enquanto num edifício tudo desce ensacado pelo elevador de serviço, com hora marcada e dividido com mudanças e entregas dos moradores. Some a janela de horário para serviço com ruído, quase sempre com sábado reduzido e domingo vedado. O cronograma é definido pelo que cabe no elevador por dia, e não pela velocidade do desmonte.
Quase sempre, além do trâmite municipal quando aplicável. A convenção e o regimento interno definem horário permitido, uso do elevador de serviço, local da caçamba e proteção das áreas comuns do caminho de saída. Intervenção que afeta área comum, fachada ou estrutura costuma depender de deliberação em assembleia, que tem prazo de convocação próprio e não acompanha a pressa da obra. Vale levantar essas três coisas com a administração antes de assumir prazo.
A laje que você demole é o teto de alguém, e é ali que os problemas aparecem primeiro. Remoção de piso e contrapiso transmite vibração para o apartamento debaixo e pode provocar fissura em reboco de teto e infiltração se houver impermeabilização atingida. O procedimento é vistoria prévia da unidade inferior com registro fotográfico, escolha de método com menos percussão sempre que possível, e atenção à espessura real entre o contrapiso e a laje estrutural, que costuma ser menor do que se imagina.
A composição tem itens que não existem em obra de rua e que costumam pesar mais que o desmonte em si: ensacamento do material, transporte interno até o elevador, proteção de piso, parede e cabine no caminho de saída, e o tempo perdido pela janela de horário reduzida. Some a vistoria prévia das unidades vizinhas e, quando aplicável, o projeto estrutural para o que não é parede de vedação. A proposta é fechada depois da visita, com cada linha separada.
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